Eu sou um jovem comum, preso na mesma rotina que você. Mas eu descobri que a arte é o único lugar onde eu volto a ter corpo. Quando assisto a um filme que me faz chorar, quando ouço uma música que dá raiva, ou quando leio algo que me desmonta… é aí que eu lembro que estou vivo.
Quantas vezes a gente repete esse ciclo no piloto automático? Em algum momento, entre uma notificação de celular e um boleto pago, a gente começa a ficar transparente. A gente vira um fantasma na nossa própria rotina.
Este blog não é sobre crítica de cinema técnica. Eu não me importo com a lente da câmera. Eu me importo com o que o filme faz com o estômago.
Aqui, vamos falar de cinema, filosofia de bar e sobre a tentativa diária de sentir alguma coisa real num mundo artificial.
Seja bem-vindo. Tire os sapatos, apague a luz e pergunte a si mesmo:
Você se sente vivo hoje?